domingo, 14 de julho de 2013

Capítulo 2 - “Não precisa ficar com medo mamãe, eu tô aqui”


Glória - Que foi meu amor? Você está pálida!
Clara - Não foi nada vó - fechei a revista o mais rápido que consegui e levantei do seu colo - Vou subir - nem deixei ela olhar pro meu rosto porque certamente iria me fazer chorar mais ainda. Mas será que ninguém me entende? Entrei no quarto, fechei a porta e com muito cuidado, deitei ao lado da Duda, ficando apertadinha na sua cama. Olhei pro seu braço e ali continuava ela. Desde sempre. Uma pulseirinha que eu ganhei, simples, porém, linda e com um significado gigantesco. Usei durante muito tempo mas algo dentro de mim pedia para dar a minha filha, e foi o que fiz. Ela ama essa pulseira, acha linda. Olhava pro seu rosto também e o choro intensificava-se cada vez mais, silenciosamente, claro. Minha cabeça começou a latejar, e como todas as outras vezes, mesmo sem ninguém saber, chorei como uma criança até pegar no sono. Quando acordei a Duda não estava mais ali. Levantei, entrei no banheiro, joguei uma água no rosto, respirei fundo e desci -
Glória - Ah, já ia mesmo te chamar, o jantar está pronto
Clara - Estou sem fome vó
Glória - É só falta de apetite mesmo?
Clara - Como assim? - tentei desconversar -
Glória - Não aconteceu mais nada?
Clara - Não, é só uma dorzinha de cabeça mas já já ela passa
Glória - Hum, tá bom então, depois te preparo um chá - foi pra mesa e eu fiquei na sala mesmo, deitei no sofá e meus olhos encontraram de novo aquela mesma revista. Tentei fingir que ela não estava ali, mas missão impossível. Levantei, peguei-a e num ato nada impulsivo, a joguei pela janela. ''Faz isso achando que teus problemas vão se resolver, faz...'' - foi como se pudesse ouvir meu próprio coração me condenando. A vontade de chorar voltou mas resisti, voltei pro sofá, liguei a Tv e fiquei admirando-a até eles terminarem de jantar e minha avó aparecer com o chá de camomila. Um dos poucos - se não for o único - que gosto -
Eduarda - Tá dodói? - parou na minha frente -
Clara - Não, meu amor
Eduarda - Mas vocês só tomam esse negócio ruim quando estão dodóis
Clara - É só uma dorzinha de cabeça, com o chá da vovó rapidinho melhora - sorri fraco -
Eduarda - Ahhh - sentou no chão, de frente pra mim e ficou me olhando, como se quisesse ter certeza que estava bem -
Clara - Já fez a lição de casa?
Eduarda - Sim, fiz tudinho sozinha
Clara - Ah, é? - assentiu -
Eduarda - Depois a bisa olhou e disse que estava tudo certinho
Clara - Olha, merece até um prêmio
Eduarda - O quê?
Clara - Vem cá que eu digo - pousei a xícara na mesinha, ela se aproximou e quando já achava que diria algo no seu ouvido, enchi seu rosto de beijos que a fazia gargalhar por provocar cócegas -
Eduarda - Isso não vale - fez bico e meus avós gargalharam -
Clara - E uma sessão de cinema, vale?
Eduarda - Com chocolate? - perguntou na mesma hora -
Clara - Você acabou de comer, gulosa
Eduarda - Mas é só um pouquinho, assim - gesticulou a quantidade com o polegar e o indicador -
Clara - Um pouquinho?
Eduarda - Sim - ficou eufórica -
Clara - Tá certo
Eduarda - Eba!! - começou a pular e bater palmas. Ficou contando pra mim toda orgulhosa como tinha sido a lição de casa - que se resumiu em ligar pontinhos haha - E mesmo estando numa fase apenas de treinamentos para escrita de vogais e números, fica feliz com cada descoberta, e eu mais ainda. Terminei meu chazinho, fui pra cozinha e ela me acompanhou, lógico. Fiz o brigadeiro, e enquanto esfriava lavei tudo que tinha sujado. Demos boa noite para os coroas, subimos, vesti o pijaminha da Duda, e fiz o mesmo -
Clara - Quer assistir o quê amor?
Eduarda - O filme da ara... ara-ri-nha - falou pausadamente para não errar -
Clara - Rio?
Eduarda - Sim - confirmou empolgadíssima. Já perdi as contas de quantas vezes ela já o assistiu. Peguei o DVD, coloquei-o e sentamos na minha cama -
Clara - Hora de atacarrr - deu a sua gargalhada gostosa. Assistimos o filme todo numa animação maravilhosa. Ela já conhece até a trilha sonora, então cantou e dançou o tempo todo. Terminou 21h40. Fomos pro banheiro escovar os dentes, fizemos aquela baguncinha básica, depois tirei o DVD e a deixei sentadinha pra ir levar o prato. Quando voltei já a tinha deitada na minha cama novamente, deixei a TV na Nick, apaguei tudo e deitei. Fechei os olhos e infelizmente lembrei das palavras da minha avó. ''E se é o Santos, você teria que voltar, certo?'' Quanto mais eu tento fugir, mas aparecem coisas que me fazem lembrar... -
Eduarda - Que foi? - despertei quando senti sua mãozinha no meu rosto, já úmido -
Clara - Nada, meu anjo
Eduarda - Tá com medo do bicho papão? Ele não faz nada oh - levantou, ficando de pé na cama e com algum esforço conseguiu acender a luz - Tá vendo? - apagou novamente -
Clara - Antes fosse apenas isso... - sussurrei -
Eduarda - Não precisa ficar com medo mamãe, eu tô aqui - deitou novamente e me abraçou. Quis chorar de novo sim, mas não de tristeza... O que eu fiz para merecer essa pessoa maravilhosa? Aquele abraço afastou todos os pensamentos que não queria, e o certo é que ela adormeceu primeiro que eu mas mesmo assim continuou abraçada a mim e foi assim que adormeci também.
    ****
Os dias que se seguiram foram tranquilos, apesar de tudo. Sim porque na quarta-feira minha madrinha ligou e conversa vai, conversa vem, é lógico que ela comentou sobre o cargo no SFC, afinal, já trabalha lá a uns anos e deixou bem claro o quanto quer que dê tudo certo. Daí até chegar ao meu passado novamente não foi nada, por isso, mais uma vez, ouvi o que ela chama de ´´despertar para realidade``. Enfim, são as consequências de decisões que ainda pesam e muito. A sexta-feira chegou e com ela a despedida do pessoal da Agência. Fiquei com o coração na mão mas é como meus avós disseram: Deus sabe o que faz. Almocei com eles, confirmamos nossos contatos e voltei pra casa porque o  tempo não estava nada agradável. Frio demais e não tive coragem de acordar a Duda. Chuva em Florianópolis é sinônimo de ficar em casa o dia todo, debaixo de cobertas, e até eu, por segundos quase voltei pra cama. Mas não ia deixar de aproveitar meu último dia com eles (...) Já estava de pijama, agarradinha com minha boneca, quando meu iPhone começou a tocar. Só aí percebi que ela tinha pego no sono porque nem se mexeu. Levantei com cuidado para pegá-lo do outro lado da cama, e vi que era meu pai.
 - início -
Clara - Fala pai
Murilo - Ê que animação
Clara - É que já estava quase pegando no sono
Murilo - Ah sim
Clara - Mas também não tenho motivos para estar animada. Não sei se o senhor lembra mais hoje foi meu último dia lá na Agência, ou seja, estou desempregada
Murilo - Não por muito tempo... espero
Clara - O quê?
Murilo - Eu falei Clara, eu falei - se entusiasmou -
Clara - Falou o quê pai? Por favor, pára com as meias palavras e vai direto ao ponto
Murilo - Sua madrinha levou seu currículo, eles gostaram e querem te conhecer
Clara - Espera - levantei da cama e respirei fundo - Como assim??? - gargalhou -
Murilo - É simples minha filha, uma entrevista de emprego como qualquer outra
Clara - Não, não é como qualquer outra
Murilo - Realmente. É no melhor time do mundo!!  - riu. Já eu... não consegui falar nada - Você vem né?
Clara - Eu... eu não sei
Murilo - Pensa com calma Clara. Eu tenho noção de tudo que está passando na sua cabeça nesse momento mas se você realmente conseguir esse emprego vai ser maravilhoso pra sua carreira
Clara - Tá bom pai, eu vou pensar
Murilo - Promete?
Clara - Esse assunto não vai sair da minha cabeça e mesmo que eu não queira, vou pensar
Murilo - Tá certo, qualquer coisa já sabe...
Clara - Eu ligo - completei o seu raciocínio - Boa noite
Murilo - Boa noite filha, olha.. eu só quero o seu bem
Clara - Eu sei
Murilo - Beijo
 - término -
Porque isso está acontecendo comigo? Porque, meu Deus? Porque logo lá? Que destino traiçoeiro é esse? Deitei novamente, sem mais um pingo de sono e uma enxurrada de coisas voltaram a me atormentar. As palavras do João: ''Isso aqui foi só o princípio, porque você sabe que merece mais.'' As palavras do meu avô: ''Deus sabe o que faz, Clara.'' E a revista. Sim, a revista. Ele estava feliz. Ele está feliz... realizado. Será que está na hora de pensar em mim também? Passei esse tempo todo pensando na felicidade de alguém que está com a vida feita, mas e a minha? Cadê a minha estabilidade? 
    **** 
 Sábado, diferente do dia anterior, amanheceu com um dia lindo. Não dormi quase nada mas acordei bem cedinho. A possibilidade de poder trabalhar no clube do meu coração me deixa extremamente feliz e ao mesmo tempo agoniada demais porque sei que quando colocar os pés naquela cidade tudo vai mudar... convivendo naquele lugar que me traz tantas recordações então... Ai, eu preciso falar, conversar, desabafar... me decidir. Mas não agora, até porque hoje tem a apresentação da minha princesa no balé. Como não ia consegui dormir de novo, levantei, tirei um roupinha qualquer do guarda-roupa e entrei no banheiro. Me despi, entrei no box, tomei um banho gelado e por mais que quisesse esquecer por umas horas, a tal entrevista de emprego, não conseguia. Preciso passar a pensar em mim sim, e o mais importante preciso pensar no futuro da minha filha. Vou para essa entrevista. Estamos falando do Santos Futebol Clube, conhecido mundialmente, portanto pode muito bem ter os melhores profissionais a sua disposição. Não tenho garantia nenhuma, é apenas uma entrevista e por mais que acredite no meu trabalho, não acho que isso vai adiante. Mas pela minha filha, e só por ela, vou poder dizer que tentei. Saí, me vesti, fiz um coque no cabelo, dei um beijinho na testa da Duda, peguei o iPhone e desci. Estranho seria se estivesse mais alguém acordado em pleno sábado, ás 07h30. Fiz um nescau geladinho, e fui pros fundos. Deitei na rede, e não sei por que motivo me recordei de um dos momentos mais inesquecíveis da minha vida. Sorri.
    Flashback on
 » Clara - É aqui que a senhora trabalha mesmo, madrinha? - perguntei assim que ela estacionou dentro do Complexo Modesto Roma Centro de Treinamento Rei Pelé -
Juliana - Sim, lindão né?
Clara - É, parece mesmo - não me entusiasmei tanto, apesar de ser santista e ela gargalhou 
Juliana - Não vamos demorar, vou só pegar uns papéis que esqueci na minha sala e preciso muito deles nesse final de semana
Clara - Tudo bem, mas vai ter que me deixar em casa depois porque preciso terminar um trabalho pra ontem
Juliana - Eu deixo, não se preocupa - entramos, ela foi cumprimentando a todos e fazendo questão de me apresentar também :$ - Me espera aqui ou sobe comigo? - perguntou próximo a uma porta envidraçada preta - 
Clara - Não, eu fico aqui, pode ir - ia entrar - Madrinha? - me olhou - Não demora - riu e assentiu. Peguei o celular na bolsa, conectei o fone e decidi ouvir música porque nem cadeira tinha por ali e não queria me afastar demais porque só de olhar para aquele lugar percebia-se o quanto era grande. Não ia pagar o mico de me perder. Atrás de mim tinham 3 campos, além de uma caixa de areia, onde parecia estar havendo treino. Preferi não ficar olhando muito. Os minutos foram passando e nada da desmiolada da minha madrinha, odeio que me façam esperar, pior ainda quando não tenho com o quê me distrair. Vi umas pessoas passarem por mim, e pelos trajes pareciam ser os jogadores que estavam no campo, ou em um dos. Mas aparentemente eles pareciam ser bem novos, da minha idade, pelo menos. “Claro Ana Clara, não existe apenas o time profissional não!” - pensei. Comecei a andar que nem uma barata tonta, completamente impaciente, do lado esquerdo para o lado direito, e em uma dessas voltas, quando me preparava para virar, meu corpo embateu com outro, que suponho eu, estava vindo correndo, não sei, não ouvi por causa da música. Tirei o fone, e o fato é que só não cair porque a tal pessoa fez o favor de me segurar - 
XxX - Desculpa! - não consegui responder na hora porque nos encaramos e como se fosse a coisa mais natural do mundo, fiquei presa a um olhar que nunca tinha visto na vida. Eu sei, é ridículo, mas tinha um brilho que até então eu não conhecia. Até então... «
    Flashback off
Infelizmente voltei para minha dura realidade com o toque do iPhone, mas gostei ao ver quem era. 
 - início -
Clara - Oi mãe
Débora - Oi meu amor, bom dia. Como você está?
Clara - Ah, estou bem...
Débora - Mesmo?
Clara - Não sei. Ai mãe, queria ter você aqui agora
Débora - Não fala assim que meu coração fica apertadinho
Clara - Tá bom, desculpa
Débora - Não precisa se desculpar. Sei muito bem o quê que anda te atormentando - não cheguei a responder e ficamos em silêncio por breves segundos - Você já decidiu se vem ou não?
Clara - Já - ficou à espera que eu continuasse - Eu vou
Débora - Tem certeza?
Clara - É só uma entrevista...
Débora - Ok, é só uma entrevista. E se eles quiserem você para ocupar o cargo mesmo?
Clara - Não sei mãe, a minha única certeza é que está na hora de acordar. Pensar mais em mim, no que eu quero, no que me faz bem, no que me faz feliz e aprender a me importar com quem se importa comigo.
Débora - Eu sei de tudo isso e você sabe que te apoio incondicionalmente. Mas é bom que saiba também que trabalhar e morar aqui não vai ser fácil, vai ser inevitável... - a interrompi porque sabia onde queria chegar -
Clara - Eu sei mãe, mas por favor, não quero falar sobre isso agora
Débora - Uma hora terá que falar, ainda mais agora que está decidida a vim
Clara - Mas agora não, por favor - supliquei -
Débora - Tudo bem - respirou fundo - Cadê a Duda?
Clara - Dormindo. Daqui a pouco vou acordá-la porque tem apresentação no balé
Débora - Ahh, sério? Grava tá? - ri -
Clara - Eu gravo. Fala com meu pai e me liguem para me informar quando posso ir
Débora - Tá bom, se cuida Clara. Te amo!
Clara - Eu também te amo, mãe!
 - término -
Continuei ali, conversando comigo mesma, até o sol começar a esquentar. Levantei, e já podia ouvir vozes vindas da cozinha. 
Clara - Bom dia - dei um beijo no rosto dos dois que se assustaram ao me ver -
Glória - Deu formiga na cama? - riram -
Clara - Não Dona Glória, foi apenas uma insônia insuportável mesmo - mostrei a língua - Vou lá acordar a princesinha - subi, entrei no quarto, abri as cortinas, fui até a cama da Duda e me agachei - Tá na hora de acordar, meu anjo - passei a mão no seu cabelo e a muito custo ela foi abrindo os olhos. Ficou naquela manha de sempre, mas foi só lembrar da apresentação que parecia estar vendo outra Eduarda, de tão animada que ficou. Enquanto ia arrumando sua mochilinha, ela ia me mostrando o que ia fazer, depois fomos pro banheiro, tomamos banho, escovamos os dentes, me enrolei na toalha, arrumei-a sem pressas e penteei seu cabelo - Vou me arrumar agora, fica sentadinha aí tá? - assentiu e eu fui atrás de uma roupa pra mim. Não demorei muito escolhendo, me vesti, passei no rosto o de sempre: base, rímel e lápis. Me perfumei, peguei sua mochilinha e descemos. A Emanuelle já estava na sala, mexendo no iPhone. Que vício - Achei que tivesse esquecido - nos olhou - Nem liguei porque achei que fosse te acordar
Manu - Ah, e ia deixar de ver minha princesona dá show? - abriu os braços e a Duda correu em sua direção, abraçando-a. Fomos tomar café, quer dizer, eles, com exceção da Manu e de mim, porque para todos os efeitos já tinha tomado, depois saímos em direção ao Salão -
Marcos - Então minha filha, e o tal emprego? Não deu em nada mesmo? - tocou no assunto quando já estávamos no carro e me olhou pelo retrovisor -
Clara - Ah, é... eles querem fazer uma entrevista comigo - a Manu me olhou espantada, mas percebeu só pelo meu olhar que com ela eu falava depois -
Marcos - Nossa, sério? Que oportunidade de ouro
Glória - Você vai? - olhou pra trás -
Clara - Não sei vó... mas estou pensando em ir sim - o assunto ''morreu'', e só não fomos em silêncio porque com a Duda entre nós isso é impossível. Chegamos no Salão, meu avô achou uma vaguinha, estacionou, eles foram direto para sala de apresentações e eu fui ajudar minha tagarela a se arrumar. Depois de ficar uma verdadeira Barbie, que era o seu tema, deixei-a junto com as outras meninas - Boa sorte, meu amor - dei um beijinho no seu rosto -
Eduarda - Mamãe!
Clara - Que foi?
Eduarda - A maquiagem - falou mais baixinho -
Clara - Ah, desculpa - me segurei para não rir, dei um tchauzinho, ela retribuiu e voltei pra sala. Como o critério de ordem para começar eram as idades, a turma dela foi a primeira a entrar no palco. Gravei tudo pra minha mãe, como tinha prometido, aplaudimos aquelas coisas lindas de pé e assistimos as outras turmas. 



Primeiro capítulo e vocês já queriam me fazer chorar haha, lindas.
Beijo, beijo :*                          

21 comentários:

  1. Ameeeeei,perfeirto .... Continua logo por favor,se vc quiser postar 2 capítulos de uma vez só,nós leitoras vamos ficar muito felizes okok ? rsrsrs' bjs

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  2. Que vontade de beijar e morder muito a Duda *-* fofíssima igual a mãe dela <3 Maluquinha, já estou louca para o capítulo três e já estou imaginando ela chegando em Santos... continua e arrasa como sempre!

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  3. a Duda é maravilhosa,como pode? Eu mal acabo de ler e já quero mais,como pode conseguir escrever tão bem assim?

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  4. Cara ta perfeito parabéns , ja pode posta o cap 3 , nos leitoras não ligamos , ja virou um vicio essa fic ! Posta loguinhoo

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  5. Nossa q perfeito !!! Mamãe a maquiagem awnnnn q linda mixx

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  6. Mal li os dois primeiros capítulos, e já me sinto cativada pela história, continua logo!!

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  7. mais! hehe @poxxaneymar

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  8. Já quero maaais, como pode escrever tão bem assim? Você é incrível, super ansiosa para o cap dela já em Santos, continua...

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  9. segundo capítulo e VOCÊ já quer nos fazer chorar...PERFEITO!

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  10. Que bom q voltou linda, sua fic sempre foi uma das melhores o seu jeito de escrever surpreende qualquer uma, nao sei se vc vai quere exercer a profissão de escritora mais caso escolher Parabens viu pq vc tem muito talento ,se for isso q escolher espero ver seus livros em grandes livrarias.

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  11. Comoe eu esperei por isso *--* Ta perfeito, tô encantada (: ja quero maixxxxxx.. Tô imaginando a chegada da Clara em Santos *0* Oh Gog!! Posta logo, não me deixa assim, curiosa! rs' @brubsolliveira

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  12. Ameeeei! Vontade de apertarr a Duda :3 titia babona eu hahaha continua amor <3

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  13. Estou louca louquinha para ler o próximo capítulo, por favor não demora a postar. Suas história são como água salgada '' quanto mais se bebe mais se tem sede'' e é assim mesmo, quanto mais eu lei mais eu quero ler.

    Bjs e posta uma foto da duda.

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  14. muito bom... teu blog vicia mais que crack

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  15. Ai continua anciosa demais,já é um vício pra mim *-*

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  16. apaixonada pela Duda <333 continua logo amor

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  17. E eu cada vez mas apaixonada,completamente viciada, amo muito. @POXAJUNAO

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  18. nem to acreditando que você voltou, socorro!
    Mesmo no começo da história já estou apaixonada. Continuaaaaaaaaaa!

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