sábado, 20 de julho de 2013

Capítulo 8 - “Eu o vi”


 Chegamos em São Paulo e como havíamos combinado, ao pisarmos na sala de desembarque e depois de termos pego nossas coisas, avistamos logo a minha mãe.
Eduarda - Vovó - correu em direção a ela -
Débora - Minha princesa - agachou-se e a abraçou. Ali mesmo, sem se importar com quem estava olhando ou deixando de olhar -
Manu - E aí, posso abraçar a minha tia também? - perguntou assim que nos aproximamos -
Eduarda - Não, ela é só minha - abraçou-a novamente. Elas duas gargalharam e eu sorri -
Manu - Como se já não bastasse uma, a outra também é - balbuciou, com certeza lembrando da cena que fiz pela manhã com ela e minha avó - A ciumenta da sua mãe não te ensinou que nós temos que compartilhar sempre, não? - completou em um tom nítido de brincadeira. A Duda me olhou, sorri, pisquei e ela retribuiu -
Eduarda - Tudo bem. Mas é só um abraço - respondeu-a com seu nariz arrebitadinho. Uma das coisas que mais me orgulho que a minha filha não tenha herdado de mim, é a sua alegria constante. Está sempre sorrindo, querendo brincar com todo mundo... e eu, infelizmente não consigo ser assim sempre. Quando não estou bem, não estou bem mesmo e pra me arrancar um sorriso é bem difícil. Porém, o contrário também acontece, e quando estou feliz, sorriu pro mundo. Sempre fui intensa demais, em relação a tudo -
Débora - Quem diria, minha filha... - falou já abraçada a mim, depois de me dar dois beijinhos -
Clara - Ninguém diria mãe... - fui curta. Porque apesar de só estar ali a poucos minutos, algo parecia já está me incomodando -
Eduarda - Cadê o vô? - pegou na mão da minha mãe, elas foram conversando e eu e a Manu seguindo-as até o estacionamento. Colocamos tudo dentro do carro, entramos, e ela deu partida. As palavras que li naquele livro voltaram a passear pela minha cabeça e queria sim acreditar que tudo aquilo não passava de uma mera e infeliz coincidência mas não posso negar e dizer que elas não me assustaram... É acho que fiquei assustada... ou não... e se for apenas essa mudança afetando meu psicológico? Não descarto mais nada. Despertei quando ouvi minha mãe dizer que já estávamos na garagem do prédio, ou do seu novo lar, como ela mesma disse. Saímos do carro, pegamos nossas coisas, um segurança que estava por ali fez o favor de nos ajudar, chamamos o elevador e ela marcou o 6° andar - Vó, aqui também tem parquinho? Igual o da casa que a Tia Manu morava?
Débora - Não princesa, mas tem um pertinho daqui
Eduarda - Oba! - chegamos no andar certo, minha mãe abriu a porta, entramos, agradeci ao segurança e ele saiu -
Débora - Vamos a apresentação da casa primeiro, depois preparo algo pro almoço - falou empolgadíssima e nos mostrou tudo, que realmente era bem a sua cara. A sala enorme em tons quentes, com um vista bem bonita, a cozinha no mesmo estilo. O quarto deles, o banheiro principal e por fim um dos quartos que seria ocupado por nós. Segundo ela os outros ainda não estavam bem arrumados - Vão ficar aqui mesmo não é? - perguntou quando voltamos pra sala -
Clara - A princípio sim mãe
Débora - Mas porque a princípio? Esse apartamento é grande o suficiente para todos nós
Manu - É que estamos querendo morar juntas tia
Débora - Ahh... - fiquei com um grande receio dela não gostar dessa ideia - Se é isso tudo bem, posso até ajudar vocês - sorriu -
Clara - Sério?
Débora - Sim - riu - Estou muito feliz por ter vocês aqui por perto, e não vai ser isso que vai me chatear
Clara - É...
Débora - E não se preocupa com seus avós. Você sabe que eles não arredam o pé pra se mudar de lá por nada, e nós vamos estar sempre ligando, visitando... tudo como era a uns anos atrás, lembra?
Clara - Lembro...
Débora - Então... eu sei que é neles que está pensando, ou pelo menos também é neles porque suponho que não seja só isso - pausou mas como eu não disse nada - Eles não vão estar sozinhos nunca, porque além de se darem muito bem com a vizinhança, nós não vamos deixar
Clara - Eu sei que não... e por falar neles, vou ligar pra avisar que já chegamos
Débora - Faz isso, aproveita e manda beijos - levantou - E nós, vamos pra cozinha?
Eduarda - Vamos!! - a Manu e a minha mãe riram porque ela deu um pulo do sofá quando ouviu a palavra cozinha. Provavelmente a fome já estava apertando porque só comeu um sanduíche quase light no avião - Ahhh, mamãe - voltou da cozinha quando eu já estava procurando o número da casa dos meus avós - Manda dois beijões grandões, assim - abriu os bracinhos - Pro biso e pra bisa, tá?
Clara - Pode deixar que eu mando - sorri e ela voltou saltitante pra cozinha. Liguei pros coroas, falei um bom tempo com cada um, eles fizeram questão de repetir quase as mesmas palavras da filha para me deixar despreocupada e antes de desligar, claro, não pude esquecer de mandar os dois beijões grandões da Duda Fui pra cozinha, minha mãe fez uma macarronada bem rápida, almoçamos, depois ela teve que sair porque pediu folga apenas no período da manhã. Trabalha em uma Joalheria, no shopping. Meu pai, em uma concessionária, próximo ao Praiamar também. Não sei qual cargo ele exercia em Floripa mas lá recebeu a proposta para ser gerente, porém, tinha que ser em Santos, por isso voltaram, e suponho que não tenha sido muito difícil pra minha mãe achar esse seu novo emprego também porque ela boa em tudo... Colocamos nossas malas no quarto, pedi pra Manu dá um banho na Duda, voltei pra sala e marquei no número da Jú.
 - início -
Clara - Madrinha?!
Juliana - Oi, oi. Já chegaram?
Clara - Sim, estamos no lar doce lar dos meus pais - riu -
Juliana - Que ótimo!
Clara - É... então, está tudo certo lá?
Juliana - Lógico. Tudo muito certo, só estavam esperando você chegar para anunciarem que o cargo está ocupado, e muito bem ocupado
Clara - Ah...
Juliana - Dá uma passadinha lá
Clara - Hoje?
Juliana - Sim
Clara - Onde você tá?
Juliana - Na casa da minha mãe
Clara - E eu vou só? Nem sei o endereço
Juliana - Não lembra, você quer dizer né? - não respondi - Pega um táxi e qualquer um vai saber te deixar lá
Clara - Ok
Juliana - Vai mesmo?
Clara - Vou. Estou aqui pra isso, não estou?
Juliana - Assim é que se fala. Me liga qualquer coisa e amanhã estou aí
Clara - Tá certo, beijo
 - término -
Clara - Dormiu? - perguntei ao ver a Manu, já de banho tomado, entrar na sala -
Manu - Sim - sentou na poltrona -
Clara - Vou lá no CT
Manu - Pode ir tranquila, acho que vou dormir um pouco também
Clara - Tranquila, tranquila, eu não vou, apenas pelo fato de estar nessa cidade, mas... - riu. Levantei, fui pro quarto, peguei uma roupinha melhor depois de desarrumar quase a mala toda, entrei no banheiro e tomei um banho rapidinho. Me vesti, calcei a mesma sapatilha, prendi o cabelo num rabo de cavalo alto, deixando a franja solta, passei um perfume suave, bem básico, peguei meu óculos e minha bolsa.
Clara - Estou indo
Manu - Preciso desejar boa sorte de novo?
Clara - Não besta - riu - Mas, sei lá né
Manu - Boa sorte
Clara - Obrigada - rimos - Fui - saí, chamei o elevador, desci e para minha sorte assim que saí do prédio, vi um táxi parado. Entrei no mesmo, disse o meu destino e de fato ele sabia o endereço. Não pegamos muito trânsito então rapidinho chegamos. Paguei-o, agradeci, saí e diferente das outras vezes que fui com a Jú em que só saía do carro lá dentro, tive que me identificar na entrada primeiro. Fiquei nervosa, não nego, mas respirei fundo e continuei andando. Acho que esse nervosismo não vai sair de mim nunca, é meio que por instinto, acho... Fiz o mesmo caminho da última vez, arrancando alguns olhares curiosos e cheguei até a recepção - Boa tarde - coloquei o óculos no topo da cabeça -
XxX - Boa tarde, em quê posso ajudá-la?
Clara - Eu gostaria de falar com o Luis Álvaro
XxX - Seu nome é...?
Clara - Ana Clara
XxX - Ah sim, o presidente está esperando por você - está?? - Pode entrar
Clara - Obrigada - sorriu simpática. Fui até a sala, bati na porta e ouvi a autorização para entrar - Licença - ele apenas assentiu - Boa tarde - cumprimentei-o -
Luis Álvaro - Boa tarde. A Juliana me avisou que estava vindo - ah, minha madrinha, claro. Não dá ponto sem nó - Bom poder te rever. Agora é pra ficar mesmo?
Clara - Sim, agora é - respirei fundo - Quando eu posso começar?
Luis Álvaro - Bom, quando aqueles documentos chegaram aqui assinados por você, nós mandamos reformar o que irá ser a sua futura sala
Clara - Eu vou ter uma sala só pra mim? - na minha boca se formou um perfeito ''o'' -
Luis Álvaro - Sim - riu levemente, acho que pela minha reação. Não estava esperando isso - O outro funcionário era homem, e ele modelou-a como quis, então não ia ficar legal, certo?
Clara - Ah... é, certo - acho que sorri verdadeiramente pela primeira vez em relação ao meu novo emprego. Será que minha mãe tem razão e é sim um sonho? -
Luis Álvaro - Ainda não está pronta, mas quer ir conhecê-la?
Clara - Quero, claro - sorriu. Saímos da sua sala, percorremos um corredor enorme e chegamos naquela que seria... minha, ou quase minha porque lógico que não ia trabalhar ali sozinha. Ok, parece que até aqui não tenho motivos para me arrepender da minha decisão. E sim, se ainda não é, vai ser um completo sonho trabalhar pro time do meu coração -
Luis Álvaro - Acho que em dez dias está pronta, pelo menos foi o prazo que me deram. Então depois disso você já pode vim - assenti. Ainda ficamos bastante tempo ali, conversando até sobre as cores das paredes. O Luis Álvaro pessoalmente não é muito diferente daquele que eu via e já admirava pela TV. Dá tudo de si pelo Santos, não esconde de ninguém que ama incondicionalmente o clube e se preocupa demais com o bem estar daqueles que trabalham ali, e no meu caso, de quem ainda vai começar também. Depois que nos despedimos, ele voltou para sua sala e eu novamente, optei por descer pela escada mas o fato dela ser quase do tipo caracol, possibilita a quem está descendo, ver quem está subindo e... paralisei em um dos degraus ao ver duas pessoas subindo enquanto conversavam animadamente e riam. Meu coração, aí meu coração... suponho que ele ficou triste e feliz ao mesmo tempo. Feliz por ter visto mas triste por saber que eles ainda não podiam me ver. Não. Porque meu pobre coração ainda não estava preparado, mesmo sabendo que um dia, estando ou não, isso vai acontecer. Desistir da escada rapidamente, chamei o elevador, coloquei o óculos no rosto novamente, fiquei de costas e depois de uns poucos segundos, pude ouvi aquela voz bem mais próxima... mas o elevador chegou, entrei e respirei de alívio.
    (...)
Cheguei em casa, encontrei a Manu e a Duda assistindo Madagascar 3 e comendo pipoca. Dei um beijo na minha princesa que estava sentada em uma das poltronas com sua tigelinha no colo, joguei minha bolsa na outra e sentei no sofá.
Manu - E aí? - me olhou -
Clara - Eu o vi - falei tão calma que até estranhei -
Manu - Nossa, mas já? - riu e eu fuzilei-a com o olhar - Desculpa. Como é que foi? Como ele reagiu?
Clara - Não foi
Manu - Ãh?
Clara - Ele não me viu... ainda bem. Não sei se estou preparada
Manu - Mas é bom ficar. Isso foi hoje mas vocês vão conviver no mesmo lugar, o reencontro vai ser inevitável
Clara - É, eu sei
Manu - Ele estava sozinho?
Clara - Não, estava com o pai, conversando, rindo... - por momentos parecia estar ouvindo aquele riso novamente e acho que sorri sem nem perceber -
Manu - Você não sabe a vontade que eu tenho de conhecer esse pessoal te faz sorrir só de falar deles... - hesitou - E sim, ele também
Clara - Como assim? Eu não sorri, pára de falar besteira
Manu - Sorriu
Clara - Não sorri
Eduarda - Sorriu mamãe - olhei-a boquiaberta e a Manu sorriu vitoriosa -
Clara - As duas contra mim, é isso mesmo? - riram - Ok - levantei, peguei minha bolsa e saí da sala -
Manu - Ei, volta aqui. Termina de me contar
Clara - Não - gritei do corredor e ouvi ela rindo novamente. Entrei no quarto, tirei a sapatilha e me joguei na cama. ''Sentimentos Clara, e eles não escolhem hora nem lugar para aparecerem, ou melhor reaparecerem'' Não. Não existe nada em mim que possa reaparecer. Não pode... Ouvi duas batidinhas muito leves na porta, depois a Duda entrou - Não precisava ter batido amor - levantei -
Eduarda - Tá triste comigo? - fez biquinho -
Clara - Claro que não, porque estaria?
Eduarda - Porque saiu da sala com uma carinha triste, mas eu não tava ouvindo a conversa não - falou em tom um pouco... nervoso, por isso foi atropelando as palavras e foi impossível não sorrir -
Clara - Vem cá - sentei-a no meu colo - Mesmo que eu queira, nunca vou conseguir ficar triste com você, ainda mais por besteira. Entendeu? - assentiu mais calma - Então volta lá pra ver teu filme
Eduarda - Te amo - deu um beijo rápido no meu rosto e saiu correndo. Sim, ela não consegue dizer isso olhando nos olhos porque fica morrendo de vergonha e até isso eu acho fofo. E é por isso que é o melhor presente que podia ter ganho de Deus. Com a pouca idade que tem, me diz as coisas certas, nas horas certas... Fechei as cortinas, voltei a deitar e em meio a tantos pensamentos terminei pegando no sono. Quando acordei o quarto já estava totalmente escuro, levantei, lavei o rosto, peguei o celular, vi que o Di tinha me chamado no whats, respondi, vesti uma roupa mais levinha e fui pra sala -
Murilo - Minha filha - levantou assim que me viu. Abracei-o, e ele deu dois beijinhos no meu rosto - Como está?
Clara - Agora bem melhor - sorri de lado -
Débora - Aconteceu alguma coisa? - olhei pra Manu e percebi que ela não tinha falo nada -
Clara - Não, nada demais - sentei ao lado da Duda -
Murilo - Problemas pra resolver no trabalho então? - sorriu -
Clara - Também não, só começo daqui a dez dias
Murilo - Porque?
Clara - Minha futura sala está em reforma
Manu - Isso ninguém me contou...
Débora - Futura sala? Olha isso...
Murilo - Melhor que nós três juntos - rimos -
Clara - Bestas - continuamos conversando por um bom tempo, colocando o papo em dia, notei que eles queriam falar algo mas pareciam não saber como... enfim, não insistir porque se fosse mesmo importante, falavam. Fomos jantar, depois eles foram descansar e como nós três dormimos à tarde, ficamos na sala assistindo os desenhos da Nick.




Feliz dia do amigo, meus amores!   

22 comentários:

  1. Peerfeitoo capitulo, Feliz dia do amigo Praa vc Tbeem !! Ç2

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  2. Ai meu coração ❤ Fico imaginando o Júnior vendo ela, aqueles olhinhos brilhando, sorrisão no rosto... ai meu Deus! Hahaha Nem vou falar nada da Manu, ok? só que ela é linda, maravilhosa, engraçada, fofíssima, gata e a minha cara u_u Duda maravilhosa... também né? minha sobrinha u.u E acho que o primeiro ''encontro'' definitivo dos dois, a Duda tinha que estar junto. Não sei, o Luis Álvaro pode pedir para conhecer a filha dela um dia enquanto ela ainda não estiver trabalhando e quando estiver saindo com a Duda, encontrasse com o Júnior e alguns outros jogadores e aí, a Duda mega inocente poderia querer falar com ele, vai reconhecê-lo por já tê-lo visto na Tv, e o Júnior puxa papo com a Clara, mas ela é curtíssima e fala só o básico... já a Duda... se encanta e não para de falar do tal ''jogador''! Só uma sugestão maluquinha... se já estiver planejado outra coisa, confio em você! Beijos

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    1. concordo hein... ia ficar muito top assim!

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    2. adorei essa sugestão, ia ficar bem interessante mesmo (:

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    3. curti muito essa idéia... mas como ela falou, se vc já tiver algo em mente, vai fundo, tenho certeza que vai ficar lindo do mesmo jeito

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  3. Ameeii ... continua logo amei a sugestão do 2º comentário

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  4. O Davi também vai participar na história ou não? Aliás, eles se separaram por causa do nascimento do Davi? #duvidacruel

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  5. perfeito como sempre <33

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  6. Já pode continuar amor *-*

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  7. amando cada vez maisssss

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  8. A Duda já perguntou do seu pai para a Clara? continua,ta perfeito

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  9. muito bom... queremos logo o próximo capítulo!!

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  10. AIIIIIIIIII QUE AMOOOOOOOOOR, QUANDO ELES VÃO SE ENCONTRAR? TO MEGA CURIOSAAAAAA

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  11. Cada capítulo que passa fico mais curiosa!!!!!!!!!

    Chego a ficar nervosa com o que leio hehehhehe!
    Parabéns mais uma vez!
    Louca para os próximos capítulos!

    OBS: e eu adorei também a sugestão do segundo comentário! Mas como ela mesmo disse, se você já pensou em outra coisa, confio em voce! Beijoooo

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  12. maisss por favorr e to loucaa pra eles se encontrarem mega curiosa pra saber a reação dos dois .. acho que ela infarta kkk continiuaaaaaaaaaa!!

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  13. amei esse capitulo *_*

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